Não, não vou falar de mais um dark room que encontramos em baladas intensas e/ou baladas gays. Foundry, é mais um bar numa esquina da agitada Old Street. Confesso que sua apresentação não é das melhores. Paredes pichadas. Sofás, poltronas e cadeiras que um dia, há muito tempo atrás, já foram bonitos. Um amontoado de aparelhos de TV, alguns em funcionamento, outros só em carcaça. Eu diria que o lugar é bem trash!
Em busca do banheiro desci as escadas que levavam ao toilet e a um outro lance de escadas, de onde vinham uma música interessante e a escuridão. Claro que fui ao banheiro primeiro, pois após algumas pints, susto e esfíncteres na completa ausência de luz, não parecem combinar!
Aliviada, respirei fundo e desci àquela espécie de calabouço. Percebi alguns vultos e uma grade que nos separava de um quarteto instrumental: os Dead Singer! Baixo, guitarra, bateria e trombone.
Parece uma formação descombinada. No entanto, o trombone representa o inexistente - ou falecido - vocalista de forma brilhante. Em uma mistura de hardcore com rock progressivo (que não são meus estilos de música preferidos), a apresentação no escuro foi profundamente envolvente.
Tenho a impressão que a onda dos caras é realmente não aparecer. Nem no MySpace deles há grandes informações. Há apenas um depoimento, que no final diz: "...se você quer ouvir a música, você terá que ver ao vivo".
Mas ver o quê quando a gig é no Foundry?
Curioso? Visite os endereços:
http://www.myspace.com/deadsingerofficial
http://deadsinger.info/
2 June 2008
no escurinho daquele bar da esquina
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1 comment:
Bem legal keep the good work!
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